Segurança para Escolas: Dados Estatísticos e Legislação Reforçam a Importância

Vigilante atuando na segurança para escolas

Escola já foi um ambiente onde os pais deixavam os seus filhos e sentiam-se seguros, mas infelizmente, há um aumento expressivo e preocupante de incidentes de violência em escolas no Brasil nos últimos cinco anos e gerado preocupação e adoção de novas medidas por parte de gestores de educação no Brasil.

Os dados indicam uma escalada de ataques e um crescimento na frequência de registros de violência interpessoal e de ataques extremos.

Dados Reforçam a Importância da Segurança para Escolas Brasileiras

A violência nas escolas tornou-se tema de diversos estudos e pauta dos governantes e da segurança pública. Confira alguns dados apurados:

  • Aumento dos Ataques Extremos: Relatórios como os do Grupo de Trabalho do MEC e do Observatório da Violência nas Escolas apontam um salto nos ataques a escolas no país, especialmente entre 2022 e 2023. A análise traz dados desde 2002, mas aponta que os anos citados são os responsáveis pela maioria dos 40 ataques. Esse aumento é classificado por especialistas como uma “explosão de casos”.
  • Crescimento da Violência Interpessoal: Um estudo da Revista Pesquisa Fapesp, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, revelou que o número de vítimas de violência escolar (como bullying, agressões verbais e físicas) cresceu 254% entre 2013 e 2023. Esse dado evidencia que a violência não se restringe a ataques extremos, mas também se manifesta de forma mais ampla no cotidiano escolar.
  • Denúncias no Disque 100: O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania registrou um aumento de cerca de 50% nas denúncias de violência nas escolas pelo Disque 100 em 2023, comparado a 2022. Esse aumento reflete não apenas o crescimento dos incidentes, mas também uma maior conscientização e estímulo à denúncia por parte da comunidade.
  • Perfil dos Agressor e Vítimas:
    • Agressor: A maioria dos autores dos ataques extremos é do sexo masculino, frequentemente alunos ou ex-alunos das instituições, com idades que variam entre 13 e 18 anos.
    • Vítimas: Em muitos casos, as vítimas são do sexo feminino. Um relatório da Unicamp sobre os ataques de 2022 e 2023 indicou que a maioria das vítimas estudantes (59,43%) era do sexo feminino, e que professoras e coordenadoras também foram vítimas fatais.
  • Mídia e Percepção: O aumento da exposição midiática desses incidentes contribuiu para uma maior percepção de insegurança. Uma pesquisa do DataSenado de 2023 mostrou que a maioria dos brasileiros (90%) teme que estudantes sofram algum tipo de violência na escola.

Movimento do legislativo para coibir a violência nas escolas

O tema da segurança escolar tem sido tão relevante que se tornou pauta de projetos de lei.

O Projeto de Lei 5671/23 que está em tramitação no Senado obriga escolas públicas e privadas a adotarem medidas de segurança para prevenir e combater casos de violência em suas instalações. 

Pelo texto, do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) e outros, os estabelecimentos de ensino deverão providenciar:

  • dispositivo emergencial – o chamado botão do pânico – para acionar autoridades em caso de incidentes com múltiplas vítimas;
  • câmeras de vigilância;
  • treinamento de pessoal para operar os equipamentos de segurança; e
  • planos de prevenção e de combate à violência em âmbito escolar.

Embora o projeto ainda esteja em tramitação, a sua existência reforça a percepção da sociedade e dos legisladores sobre a necessidade de medidas mais efetivas para proteger o ambiente escolar.

Em resumo, a contratação de serviços de segurança patrimonial para escolas particulares deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade, impulsionada pelos desafios de segurança dos últimos anos e pela busca por um ambiente que permita a educação de forma tranquila e segura para todos.

Busca de segurança para Escolas Privadas

A ocorrência de ataques e incidentes de violência em escolas, tanto públicas quanto privadas, nos últimos anos, gerou um alerta na sociedade.

Em resposta, as escolas particulares têm investido em medidas mais rigorosas de proteção.

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) de 2023 mostrou que 80% das escolas particulares já possuíam câmeras internas de segurança, um percentual significativamente maior do que nas escolas públicas, que tinham 44%.

 Isso demonstra que o setor privado está na vanguarda da adoção de tecnologias e serviços de segurança.

Segurança para Escolas: Foco na Prevenção e Tranquilidade

A principal função da segurança patrimonial vai além da reação a incidentes. A presença de uma equipe de segurança treinada e especializada contribui para:

  • Controle de acesso: a vigilância na entrada e saída, com uso de catracas eletrônicas e biometria, por exemplo, inibe a entrada de pessoas não autorizadas.
  • Dissuasão: a simples presença de profissionais de segurança age como um fator de dissuasão, desencorajando possíveis ameaças ou ações criminosas.
  • Resposta rápida: em caso de emergências, uma equipe no local pode agir imediatamente, minimizando os impactos e garantindo a segurança de alunos, professores e funcionários até a chegada das autoridades públicas.
  • Tranquilidade da comunidade escolar: para pais, a presença de segurança profissional em uma escola é um fator decisivo, transmitindo maior confiança e tranquilidade. Para alunos e professores, isso permite que se concentrem no processo de ensino e aprendizagem sem a constante preocupação com ameaças.

O Grupo Fortville tem em sua expertise o desenvolvimento de análise de riscos e  treinamentos de segurança e da prestação de serviço vigilância patrimonial para este segmento que exige uma equipe com formação adequada para lidar com crianças e adolescentes.

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